Arquivo para novembro, 2009

28.11.2009

Lua Nova

Fale o que quiser. Eu sou fã da série Crepúsculo!

Não, eu não amo o Edward Cullen.

Não, eu não acho o Robert Pattinson perfeito.

A história é cheia de neo ultraromantismo escapista do tipo “não respiro sem você”? Sim.

As características vampirescas são transformadas de modo bem conveniente? Sim.

O Edward é tão ultra-apaixonado que chega a ser lerdo? Sim.

A Bella é sem noção? Sim.

Eu adorei os livros? Sim!!!

A verdade é que os livros da Stephenie Meyer são muito gostosos de ler. Ela sabe te prender na história. Sabe amarrar e dar continuidade à série. Me emocionei bastante não só com o romance mas também com as partes de ação e suspense (sim, existe isso!) e parece que cada livro é melhor que o anterior. O último (Breaking Dawn / Amanhecer) é muito surpreendente. Todas as minhas perspectivas de como seria o desfecho da história foram diferentes do pensado pela autora. E ela mandou muito bem. (não vou contar! =P)

Respeito quem não gosta da série, quem nunca leu mas não tem interesse. Tudo bem. Mas tem gente que adora reclamar de qualquer coisa que virou febre, só pra ser diferente. E outros que perdem o seu tempo lendo TODOS os livros, só pra ficar falando mal. Sinceramente, vai se ocupar com algo que você goste! Será muito mais produtivo.

Os filmes não fazem jus aos livros nem de perto. Não dá pra sentir a história direito, e pelo menos na minha cabeça alguns personagens são muito mais interessantes (mas também, cada um imagina do seu modo ideal. Está aí a beleza das histórias escritas). Um dos pontos mais marcantes dos livros são os diálogos. As coisas não se resolvem de uma hora para outra. Alguns são até demasiadamente longos, mas enriquecem a trama. Este é um ponto que não é retratado nas telonas.

Não gosto muito da atuação da Kristen Stewart na maior parte do tempo. Tá que é pra Bella ser desastrada, dependente, insegura… mas precisa ser tão sem emoção? Ela quase não dá entonação na voz! rs

Ashley Greene

O primeiro filme (Crepúsculo) foi uma total decepção pra mim, mas já o segundo (Lua Nova) eu vi essa semana e gostei. A história foi mais bem contada e encaixada, apesar de ainda não seguir o livro fielmente em 100% (mas isso seria mesmo impossível).

O Jacob deu um salto de 8 a 80. O Edward coitado… teve uma regressão. O Jasper continua esquisitão (o que que é aquilo?! õo). A Alice super fashion e linda (sabia que a atriz – Ashley Greene – tem cabelão e usa peruca nas gravações?). A Rose que era pra ser a mais maravilhosa não tem nada de mais. Os coleguinhas da escola terrivelmente bobos. A Esme estava mais bonita no primeiro filme.

Uma das atuações que eu mais gostei, apesar de ser secundária e fazer poucas cenas, foi da Dakota Fanning como Jane. Sim, aquela garotinha cresceu e tem tudo pra continuar sendo uma ótima atriz! 

A Kristen está sempre com umas roupas lindas! Dá pra fazer um post só com os looks dela =D

Acho que vale a pena ver esse último filme, apesar de que a visão deve ser muito diferente pra quem leu ou não o livro. Bom, eu sou suspeita. É isso. The Twilight Saga: Ame ou Odeie hehe. 

Beijos!!

Sam

8^[

 

25.11.2009

Cuidados com a pele

Nunca fui muito cuidadosa com a minha pele, do tipo de passar mil cremes e tal… mas há o mínimo necessário. Naqueles dias em que damos uma elaborada a mais na maquiagem ( e não só o pó ou base de todo dia como eu), é preciso fazer uma boa limpeza antes de dormir! Aqui vão os produtinhos que tenho usado ultimamente:

 

Lenços umedecidos – adoro porque são muito práticos! Quando estiver com preguiça, dá pra se virar só com eles. Não precisa tirar, passar no algodão… a marca acho que tanto faz!

Loção para remover maquiagem dos olhos [Avon] – Pra quando se usa deliniador ou rímel. Passa no algodãozinho e tira o que ficou nos olhos.

 

 

Agora aqueles que eu só uso quando estou inspirada hehe

 

 

Gel de Limpeza [Clean & Clear] – Faz aquela limpeza geral e tem efeito refrescante que parece menta. Aplique com o rosto úmido e faça movimentos circulares hehe. Muito bom!

Tônico Suave Revitalizante [Nivea] - Pra aprofundar a limpeza e dar aquela sensação de frescor. Passa com algodão e não precisa enxaguar.

 

 

 

Depois só é passar um hidratante. Os meus preferidos são os da Johnson’s. Não são oleosos nem ralos demais.

Procure os produtos ideais pra você! É meio chato, mas de nada adianta o resto se a pele não está bonita e saudável =)

Beijinhos

Sam!

 

23.11.2009

Joss Stone – Colour Me Free

Gosto muito da Joss. É uma cantora com uma voz incrível e músicas ótimas. Esse mês ela lançou seu novo CD, chamado “Colour Me Free”, como uma referência à falta de liberdade imposta pela indústria da música e sua própria gravadora. A proposta foi fazer canções menos comerciais e com mais qualidade, pra quem realmente gosta do estilo.

Joss fez dois shows no Brasil neste final de semana para divulgar o  álbum. Um no Rio de Janeiro e outro em São Paulo [na pobre capital do país nada! humf]. Pelo vídeos que eu já vi, deve ter sido superbom! =(

Fui ouvir o disco com medo de ser aquele soul pesadão e carregado, mas gostei bastante! As músicas que achei melhor foram “Free Me” (animadinha muito boa),  ”Could Have Been You” e “Big ‘Ol Game”. A “4 and 20″ é bem fofa também, parecendo aqueles shows dos anos 20.

As duas últimas faixas são as únicas mais pop. Ficou até um pouco fora do contexto. Destas, ”Stalemate”, com Jamie Hartman do Ben’s Brother (não Jonas Brothers!!), é linda demais, mas ”Girlfriend on Demand” eu achei meio sem graça.

O que me cansa um pouquinho na Joss são alguns finais das músicas, quando ela exagera nos gritinhos e gemidos. Mas isso não é de hoje. No conjunto achei um bom trabalho.

Tirem suas próprias conclusões. Aqui vão minhas preferidas:

Presta atenção no cara do back que dança muito engraçado!

Free Me

Ain’t I got you on your back foot
And you know I got you really good
Cuz there’s something deep inside of me
I’ve got to be

And if you find it hard to follow me
If I loose you in my jet stream
Than you only got to raise your eyes
And see me fly

Don’t tell me that I won’t – I can
Don’t tell me that I’m not – I am
Don’t tell me that my master plan
Ain’t coming true (yeah!)

Don’t tell me that I won’t  - I will
Don’t tell me how to think – I feel
Don’t tell me cause I know what’s real
What I can do

Something that you don’t see every day
A little girl who found her way
Through a world that’s designed to break
All of your dreams

And if there’s one thing I will say to you
It’s that there is nothing that you can’t do
Cuz it’s all about your attitude
Don’t let them get to you

And we are singing in our own voice
We can make the choice to be free (to be free now!)

Ela tá uma graça nessa apresentação, ainda morena. Ela fica bem de qualquer jeito! Mas o visual que menos gosto é ruiva. O vídeo é de 2007. Acho que ela só gravou agora a música.

Beijos!

Sam

21.11.2009

Varal de Fotos

Há um tempo atrás, enjoei do meu quadro de fotos. Aí olhei para uns prendedores de papel coloridos que ganhei, e tive a idéia de fazer um varal de fotos! É muito simples. Você só precisa de um fio (barbante, lã, fios de costura… colorido ou não), um lugar para prender, e os prendedores! Eu usei fio de nylon que eu  já tinha em casa, e aproveitei uns pregos no meio da parede pra não ficar muito caído.

Também é ótimo para pendurar recados ou lembretes!

Você pode usar prendedores de roupa mesmo, em madeira ou coloridos. No site http://mariaarteirabh.blogspot.com achei esses prendedores revestidos de pano e com um botãozinho. Ficou fofo!

Se a parede ao fundo tiver um revestimento diferente, com textura ou cores fortes fica ainda mais legal! A do meu quarto coitada, tá precisando de um refresh!

Colocando uma moldura de papel colorido nas fotos também fica bom!

Dá até pra fazer vários e colocar na parede da sala, copa ou no corredor!

retirado de: http://pedro.angelini.blog.br/categories/Fotos 

Tá aí, uma idéia fácil e barata!

Beijos! =)

Sam

19.11.2009

Diário de Viagem – Rio de Janeiro

Fui ao Rio de Janeiro pela primeira vez na semana passada. A cidade me causou emoções e impressões diversas no pouco que deu pra conhecer em quatro dias. Mas vamos do começo. 

Primeiro, antes de viajar tive que dar uma passada no shopping, hehe. Queria um chinelo e short novos. Passei por algumas lojas, e acabei encontrando o que queria na Hering. Lá tem umas peças com estampas bem originais, que saem do que se encontra normalmente. Quando ia procurar uma havaina, vi lá na Hering mesmo um chinelo com bolas que achei o máximo! E o preço estava bom. Já resolvi tudo no mesmo lugar. 

short [49,90] e chinelo [19,90]. ambos da Hering

 

Aí passei a noite fazendo as malas, cheguei no aeroporto umas 6h, e acho que a primeira coisa que fez cair a ficha de que eu estava indo pro Rio foi um senhor que apareceu com o maior jeito de bossa nova. O que seria isso? Barba grisalha, óculos de grau que mais parece um Ray ban (mas não daqueles moderninhos que o povo tá usado hoje em dia), camisa clara, e claro, um chapéu panamá! Isso chamou minha atenção. 

Chegando na cidade, fiquei esperando encontrar uma paisagem belíssima, de tirar o folego. O aeroporto fica um pouco afastado, então esperei, esperei… fui chegando em Copacabana, e fiquei um pouco decepcionada. Minha espectativas estavam muito altas, e o tempo nublado não colaborou. No caminho ví alguns prédios bonitos, antigos, mas mal cuidados em sua maioria. Deu pra ver a dimensão impressionante da ponte Rio-Niterói, algumas favelas também rs. A pista elevada em um grande viaduto desvaloriza as visuais da cidade. Você enxerga tudo um pouco de cima. Acho que o contraste maior é por eu ser de Brasília. Uma cidade que já foi concebida para ser percorrida e admirada de carro em sua maior parte. No RJ não é assim. É no caminhar que são descobertas suas maiores belezas. As ruas internas lembram muito o cenário do centro de São Paulo. Não muito bonito.    

Ao caminhar pelo calçadão porém, comecei a ter uma visão diferente da cidade. Alí é a grande artéria do lugar, onde pulsa a vida. O movimento é constante da manhã até a noite. Os edifícios vistos da praia formam um bonito pano de fachadas que se completam com um belo movimento de curvas e detalhes. Este é interrompido apenas por alguns hotéis mais novos e pouco criativos, que se vestem de vidro e se elevam até o dobro da altura dos charmosos prédios antigos, quebrando o ritmo. A maioria dos quiosques são totalmente diferentes de outras praias que eu conhecia. Verdadeiras lanchonetes a beira-mar, mas sem perder o charme. Já viram McDonalds e Habibs na praia? 

 

 

Ao visitar o centro da cidade me deparei com mais alguns prédio históricos belíssimos. Entre eles, o Theatro Municipal, a Biblioteca Nacional e a Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro (sim! a bela Catedral da minha igreja). Estes edifícios são ricos, e cheios de detalhes que te fazem sentir pequeno em meio a tamanha grandeza. 

esculturas na cobertura representam classes artísticas (as imagens estão ruins, mas dá pra ter uma noção). Colunas Corintias na fachada

Composição clássica e detalhes art noveau

Igreja-mãe das Presbiterianas do Brasil, foi organizada em 12 de janeiro de 1862 com o Rev. Ashbel Green Simonton. Passou por diversos endereços e construções. O edifício atual só foi concluido em meados de 1950. Ok, é uma pseudo igreja gótica finalizada quando o modernismo já era vigente. Mas... não deixa de ser bonita.

Mas o que mais me impressionou foi um palácio que para muitos passaria despercebido. O Palácio Capanema (1936-43), de Niemeyer, Lúcio Costa e outros arquitetos de vanguarda modernista, assessorados por Le Corbusier. É considerado o primeiro edifício modernista puro de grande importâcia no mundo. É belo em sua simplicidade. Suas formas e o espaço criado por seus vazios são de uma monumentalidade sutil. O pé direito alto onde se encaixam os blocos auxiliares do hall e do auditório proporcionam um espaço rico cheio de liberdade. Adorei conhecer de perto esse lugar repleto de história. 

Passei também pelo Maracanã, Sambódromo, Catedral Metropolitaa do Rio, Forte de Copacabana. Aliás, adorei esse último. Tem uma vista maravilhosa e um ambiente muito gostoso, com direito a uma filial da famosa Confeitaria Colombo.

De praias, só conheci Copacabana e Ipanema. Essa última tinha o mar muito melhor pra nadar, pelo menos quando eu fui. Com aquelas “ondas que são só ondulações” e numa profundidade e temperatura ótimas. Pena que o pessoal joga muito lixo no mar. A de Copa já estava mais agitada, com ondas bem fortes mesmo na parte rasa. E passar pra parte mais funda não é exatamente uma boa idéia.

Os tradicionais pontos do Cristo Redentor e do Pão de Açúcar são ótimos! Com paisagens incríveis da cidade. O bondinho só é bem mais rápido do que eu esperava, mas são dois trechos na ida (até o morro da Urca, depois até o Pão de Açúcar propriamente), mais os dois de volta, então dá para aproveitar.

 

Ainda tem dezenas de lugares que devem valer muito a pena no Rio, e que eu não consegui ir dessa vez. Mas fiquei com vontade de voltar com mais calma. São tantos museus, teatros, edifícios históricos, parques… deixa eu parar por aqui, porque já escrevi demais! E nem falei tudo. O Rio é um lugar muito rico em natureza e cultura. Vale a pena conhecer.

Beijos, Sam!

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